Mike Kuniavsky fala sobre a internet das coisas

Mike Kuniavsky foi um dos fundadores da Adaptive Path, é autor do livro Smart Things, e atualmente é CEO da ThingM, uma empresa voltada a criar soluções de hardware e software pra facilitar a vida de pessoas como nós ― designers que querem criar interfaces com o mundo digital, sem quebrar a cabeça com hardware e software!

Na conferência GigaOM Mobilize, realizada em San Francisco, Kuniavsky falou sobre o cenário atual, propício à concretização da Internet das Coisas. O detalhe é que ele não entra na questão mais complicada, que é justamente o que virá a ser efetivamente a internet das coisas. Mas mostra como as peças necessárias a sua existência já estão por aí. Aliás, trabalho semelhante já havia sido feito no livro Everyware, do Adam Greenfield, que já comentei aqui antes.

Leia a matéria completa (com trechos da apresentação em vídeo) no site da GigaOM

Uma dica: Mike Kuniavsky é um dos palestrantes convidados para o
Interaction South America 2011.

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Sobre mauro pinheiro

Professor adjunto do Departamento de Desenho Industrial da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), coordenador do Laboratório de Psicologia da Computação (LabPC). Minhas pesquisas acadêmicas tratam dos seguintes assuntos: design de interação, usabilidade, interação homem-computador, ubiquidade computacional, computação pervasiva, design da experiência, design da informação, questões sociais do uso de sistemas computacionais.

Uma ideia sobre “Mike Kuniavsky fala sobre a internet das coisas

  1. Interessante a visão do Kuniavsky sobre a internet das coisas, de certa forma ele é um visionário, assim como foi Weiser em suas reflexões sobre a computação ubíqua. Como o Mauro disse, Kuniavsky aponta as peças do quebra-cabeça e diz que já temos todas à nossa disposição, mas não ousa julgar as consequências dessas inter-relações. Ele vai longe em citar cloud computing, Arduino, design social e ferramentas open source, e ao meu ver, a complementação dessas “coisas” cria a esfera da internet das coisas, agora entendi melhor o termo, porque de fato são várias coisas, tecnologias, conceitos, ferramentas, métodos e formas de se pensar um projeto… mais humanizado, mais voltado para as pessoas, adaptado para o ser humano e não ao contrário, em todos os processos.

    Deu vontade de ler o Smart Things, alguém tem e pode emprestar?

    Ah, e com certeza vou assistir a palestra dele no Interaction. 🙂

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